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Mesmo que eu
fale em línguas, a dos homens e a dos
anjos,
se me falta o amor, sou um metal que
ressoa, um címbalo retumbante.
Mesmo que tenha o dom da profecia,
o saber de todos os mistérios e de todo
o conhecimento,
mesmo que tenha a fé mais total, a que
transporta montanhas,
se me falta o amor, nada sou.
Mesmo que distribua todos os meus bens
aos famintos,
mesmo que entregue o meu corpo às
chamas,
se me falta o amor,
nada lucro com isso.
O amor tem paciência, o amor é serviçal,
não é ciumento , não se pavoneia, não se
incha de orgulho,
nada faz de inconveniente, não procura o
próprio interesse,
não se irrita, não guarda rancor,
não se regozija com a injustiça,
mas encontra a sua alegria na verdade.
Ele tudo desculpa, tudo crê, tudo
espera, tudo suporta.
O amor nunca desaparece.
As profecias? Serão abolidas.
As línguas? Acabar-se-ão.
O conhecimento? Será abolido.
Pois o nosso conhecimento é limitado e
limitada a nossa profecia.
Mas quando vier a perfeição, o que é
limitado será abolido.
Quando eu era criança, falava como
criança,
pensava como criança, raciocinava como
criança.
Quando me tornei homem, pus cobro ao que
era próprio da criança.
Agora, vemos em espelho e de modo
confuso
mas então, será face a face.
Agora, o meu conhecimento é limitado;
então, conhecerei como sou conhecido.
Agora, portanto, permanecem estas três
coisas,
a fé, a esperança e o amor,
mas o amor é o maior.
(1Cor 13)

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